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sábado, 14 de dezembro de 2019

Selic em 4,5% a.a.: olho na renda variável e na inflação


Com o novo corte na Selic, que agora está em 4,5% ao ano, o rendimento projetado da nova poupança, que ainda é o "investimento" mais disseminado no Brasil, tende a não superar a meta de inflação projetada para 2020, de 4%, segundo o Banco Central.


Para quem almeja atingir a independência financeira, duas das principais consequências desta nova redução da Selic parecem ser: a necessidade de se investir em renda variável e se atentar mais para o risco da inflação.

A necessidade de se investir em renda variável, no meu ponto de vista, é derivada do fato de que a renda fixa tende a acompanhar a Selic, sendo que, com a Selic em baixo patamar, potencialmente superada pela inflação, a rentabilidade tende a ser zero ou muito baixa.

Já a preocupação com a inflação, na minha visão, se dá em função do aumento da oferta de crédito proporcionada pela redução da taxa de juros e pelo possível aumento da demanda de consumo. Assim, talvez seja interessante atrelar alguns investimentos conservadores a índices de inflação, como o IPCA, e analisar opções de renda variável ligadas ao consumo.

 O que vocês pensam a respeito? Qual a estratégia que vocês adotarão neste cenário?


2 comentários:

  1. Como se a renda variável fosse certeza de ganhos acima da inflação. Não obrigado, agora que RF tá no fundo do poço a reversão é iminente.

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    Respostas
    1. Olá, Anon!

      Nada é certeza, a não ser a baixa rentabilidade da renda fixa no curto prazo. Inclusive, é sempre importante ressaltar que cada pessoa tem um perfil de risco. Renda variável, certamente possui um grau de risco muito grande, o que não acontece na renda fixa. Além disso, é interessante ter uma visão dos investimentos de longo prazo.

      Abraço.

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