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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

No Natal, se comporte bem para não ganhar carvão: controle seus gastos e seja feliz!

Segundo uma pesquisa recentemente feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 77% dos brasileiros vão presentear alguém neste Natal. O ticket médio do presente a ser comprado é de R$ 125, e a maior parte das pessoas acha que vai gastar mais com presentes no Natal deste ano do que no do ano passado. As categorias de presentes mais procuradas continuam sendo as roupas e os brinquedos.


No entanto, é importante sempre destacar a importância de não se gastar mais do que se tem. É fundamental planejar os gastos com antecedência, para manter as rédeas do orçamento doméstico sob controle. Como muitas pessoas recebem o 13º salário em dezembro, é importante que se tenha a noção de quais são as nossas prioridades com relação a estes créditos. O ideal é que não sejam gastos todos os créditos com compras, ainda mais se a pessoa possuir dívidas em aberto.

Não comprar presentes caros não é sinônimo de Natal infeliz. O consumo de itens caros, e, muitas vezes, supérfluos, não é indispensável. É completamente possível presentear nossos amigos e familiares com itens mais úteis e acessíveis, ou produtos que você mesmo fez (do método faça-você-mesmo). Para os mais ousados, é possível até não comprar produtos, usando e abusando daquele antigo lema: o que importa é a presença!

No fim das contas, não importa o que você compre (ou deixe de comprar), desde que você esteja com o controle de suas finanças e se sinta feliz. Um bom Natal para todos!

sábado, 14 de dezembro de 2019

Selic em 4,5% a.a.: olho na renda variável e na inflação


Com o novo corte na Selic, que agora está em 4,5% ao ano, o rendimento projetado da nova poupança, que ainda é o "investimento" mais disseminado no Brasil, tende a não superar a meta de inflação projetada para 2020, de 4%, segundo o Banco Central.


Para quem almeja atingir a independência financeira, duas das principais consequências desta nova redução da Selic parecem ser: a necessidade de se investir em renda variável e se atentar mais para o risco da inflação.

A necessidade de se investir em renda variável, no meu ponto de vista, é derivada do fato de que a renda fixa tende a acompanhar a Selic, sendo que, com a Selic em baixo patamar, potencialmente superada pela inflação, a rentabilidade tende a ser zero ou muito baixa.

Já a preocupação com a inflação, na minha visão, se dá em função do aumento da oferta de crédito proporcionada pela redução da taxa de juros e pelo possível aumento da demanda de consumo. Assim, talvez seja interessante atrelar alguns investimentos conservadores a índices de inflação, como o IPCA, e analisar opções de renda variável ligadas ao consumo.

 O que vocês pensam a respeito? Qual a estratégia que vocês adotarão neste cenário?


domingo, 1 de dezembro de 2019

Rumo à independência financeira - Atualização mensal (NOV/19)

Olá, pessoal. Dando seguimento aos posts mensais de atualização do progresso rumo à independência financeira, informo os dados atuais:

Percentual alcançado rumo ao plano Fat FIRE ⇒ 34,1% 

Resultado em relação ao mês anterior ⇒ ⬆ 1,18% (ante 33,7%)

Meta de médio prazo: atingir 50% do Fat FIRE em até 4 anos (17/10/2023)

Taxa de poupança no mês ⇒ 69%

Resultado em relação ao mês anterior ⇒ ⬆ 1,47% (ante 68%)

Média da taxa de poupança dos últimos 12 meses ⇒ 34,18% (ante 30,7%)

Meta de taxa de poupança média mensal ⇒ 40%

"A mudança começa a partir da sua determinação." (SEI, Não).